Programação 2022: Palestra sobre linguagem e identidade com Dr. Glauninger

O Centro Austríaco já começa a preparar sua programação para 2022: e já está confirmada uma palestra com o professor Dr. Manfred Glauninger sobre o importante papel que a linguagem desempenha para a identidade na sociedade, com foco na Áustria. Qual é o papel dos dialetos? Como e por que uma linguagem se transforma com o tempo?

Manfred Glauninger. CC-BY 4.0, Sandra Lehecka.

Manfred Glauninger é sociolinguista do Centro de Humanidades Digitais da Academia Austríaca de Ciências e gerente de projetos no departamento “Variação e mudança no alemão na Áustria”. Ele também leciona na Universidade de Viena e dirige o projeto “Cartografia Dialética Austríaca 1924-1956”. Saiba mais sobre Dr. Manfred Glauninger aqui.

Em breve mais informações.

Autores austríacos são tema de apresentações na ABEG 2021

O IV Congresso da ABEG (Associação Brasileira de Estudos Germânicos) começa essa semana – o evento ocorre em formato online entre 24 e 25 de novembro de 2021 – e traz diversos temas austríacos em sua programação.

A poesia de Peter Handke será tema de uma fala de Luiz Carlos Abdala Junior. A apresentação “Traduzir a poesia de Peter Handke no Brasil: um projeto de tradução de Gedicht an die Dauer” está marcada para o dia 25 de novembro, a partir das 10h30, como parte da programação da Seção 13, A Tradução de literatura e textos teóricos: experiências e perspectivas, coordenada pelos professores Werner Heidermann (UFF) e Johannes Kreschmer (UFF).

O teatro de Elfriede Jelinek será debatido no contexto de resistência. A apresentação Die Schutzbefohlenen: a crise dos refugiados na obra de Elfriede Jelinek, parte da Seção 9 – Literatura e Resistência, organizada por Tercio Redondo (USP) e Alexandre Villibor Flory (UEM), ocorre no dia 25 de novembro a partir das 14h.

Já o próprio Centro Austríaco é tema da fala de Ruth Bohunovsky, coordenadora do projeto. A fala O Centro Austríaco na UFPR – um projeto de internacionalização de acordo com o conceito “DACH” será realizada no dia 25 de novembro, a partir das 14h, como parte da programação da Seção 5.

A seção 10, organizada por Ruth Bohunovsky (UFPR) e Anisha Vetter (UNICAMP), apresenta a diversidade do alemão em sala de aula e conta com diversas apresentações. DACH(L): a diversidade linguística e cultural dos países de língua alemã na teoria e em sala de aula. As apresentações dessa seção começam na quarta-feira, 24 de novembro, às 14h.

Além disso, a palestra de abertura do evento, proferida por Kathrin Rosenfield (UFRGS), trata da obra de Robert Musil: Robert Musil, pioneiro do pensamento plural: uma releitura no Brasil de hoje. A palestra será exibida às 9h30 da quarta-feira, 24 de novembro.

É possível se inscrever e acompanhar a programação do evento gratuitamente. Mais informações no site do evento.

Bolsas para programa online de estudos de história e cultura austríaca

Burgtheater, em Viena.
Unknown author, Public domain, via Wikimedia Commons

Você é fascinado por história e cultura e quer aprender mais sobre grandes pensadores e sua influência na história europeia? Então, não hesite em se inscrever neste programa oferecido pela escola de inverno da Universidade de Viena!

No curso, você pode explorar o desenvolvimento da sociedade por meio da psicologia, das artes, da música e da literatura em Viena por volta de 1900. Qual a influência que grandes pensadores como o psicanalista Freud, pintores como Klimt ou músicos como Mahler tiveram em diferentes culturas europeias e em todo o mundo? Como a cultura fin-de-scièle da monarquia dos Habsburgos contribuiu para a modernização da Europa?  Por meio de conferências interdisciplinares, é possível aprofundar os conhecimentos nestes temas. As aulas são ministradas por professores com experiência internacional e acadêmicos de destaque. Além disso, o programa inclui um tour online por Viena. Você poderá conhecer, entre outros, a arquitetura do famoso movimento Art Noveau, a famosa Ringstraße e muito mais!

As inscrições se encerram no dia 31 de dezembro. Mais informações:

Informações sobre o programa online: http://shs.univie.ac.at/winter-school

Informações sobre o procedimento de inscrição: https://shs.univie.ac.at/winter-school/application-fees/application/

Informações sobre a bolsa: https://shs.univie.ac.at/winter-school/application-fees/scholarship/

Se quiser mais informações sobre bolsas e possibilidades de financiamento para estudos na Áustria, clique aqui.

Você sabe quem é Johann Nepomuk Nestroy?

Johann Nepomuk Nestroy (1801-1862) é o ancestral da vanguarda literária e teatral da Áustria. Ator e autor aclamado durante seu tempo, é também nome de referência e enorme influência para muitos escritores austríacos canônicos do século XX e do começo do XXI, que até hoje se definem como devedores de sua poética dramatúrgica (por exemplo, Karl Kraus ou Elfriede Jelinek).

Seu traço distintivo como dramaturgo não está nos enredos de suas peças (os quais poucas vezes são de sua autoria), nem na construção psicológica de seus personagens (praticamente inexistente), mas na própria língua – uma língua “que se fala e que fala consigo mesma”, como disse Elfriede Jelinek (2001) – escritora austríaca laureada com o Prêmio Nobel de 2004 –, num pequeno texto que dedicou a Nestroy.

Quer saber mais sobre Nestroy e as poucas traduções que temos de sua obra aqui no Brasil? Clique aqui para ler um artigo de Ruth Bohunovsky sobre o autor.

O escritor Karl Kraus – cujo trabalho foi traduzido para o inglês pelo escritor americano Jonathan Franzen – tinha Nestroy como um de seus heróis literários

Vantagens e desvantagens das aulas síncronas e assíncronas

Neste texto, apresentamos os pontos fortes e fracos das classes síncronas e assíncronas. Compreender essas diferenças pode ajudar a usar esses recursos de forma mais consciente e produtiva.

Vantagens das classes síncronas:
– Se você costuma usar uma estrutura básica e rotinas em suas aulas, isso pode continuar a ser feito em aulas síncronas, como: saudação inicial, correção de dever de casa, etc.
– É possível criar espaços para grupos de interação e troca de ideias.
– Os alunos podem fazer perguntas em tempo real e estas podem ser esclarecidas no momento; o professor ou a professora pode adaptar sua aula através dos interesses e necessidades dos alunos em um determinado horário e pode fazer ajustes para que a aula seja consistente enquanto os alunos precisam de tempo para terminar as tarefas.
– Os alunos podem receber feedback em tempo real.

Desvantagens:
– Professores ou professoras e alunos e alunas devem se comprometer com um horário específico de encontro, o que nem sempre é possível para todas as pessoas.
– Existem problemas técnicos que podem causar interrupções e prejudicar a participação em sala de aula.
– Muito tempo em frente à tela pode causar fadiga.
– É mais difícil prender a atenção dos alunos por longos períodos de tempo.

Vantagens das classes assíncronas:
– A grande vantagem: flexibilidade no tempo. Os alunos podem visualizar o conteúdo quando quiser, de forma mais livre.
– Além disso, os alunos podem adaptar o conteúdo às suas necessidades assistindo várias vezes caso algo não esteja claro.
– O professor, por outro lado, tem mais controle sobre o que é apresentado nas aulas e sobre o produto final.
– É especialmente útil para atividades mais complexas, nas quais os alunos precisam de mais tempo para refletir.

Desvantagens:
– Professores e professoras não conseguem ver em tempo real se o que foi dito ou explicado foi compreendido.
– É uma forma de comunicação muito artificial já que existe um contato humano “fictício”, que não ocorre em um encontro em tempo real.
– Como os alunos não estão em contato direto com o professor ou com a professora, exige-se maior disciplina e maior responsabilidade para trabalhar o conteúdo de forma independente. Se os alunos não estão acostumados com isso, pode ser difícil no início.
– Como nas atividades síncronas, existe também a possibilidade de fadiga por ficar muito tempo na frente do computador.

Que conclusões você pode tirar disso? Bem, dependendo de qual variante você escolher ou até uma mistura das duas, tente encontrar maneiras de aproveitar ao máximo o lado positivo dessas formas de trabalho e ter ferramentas para compensar seu lado negativo. Para a fadiga, por exemplo, é importante incluir pausas da tela de vez em quando. Se a classe for apenas assíncrona, inclua suporte síncrono, se possível, por meio de reuniões periódicas para discutir o processo individual de cada aluno. Se houver tarefas mais complexas a serem concluídas, isso pode ser feito de forma assíncrona, por exemplo. Tudo dependerá de seus objetivos. Quanto mais claro você os definir, melhor.

Ruth Klüger faria aniversário de 90 anos no dia 30 de outubro

A escritora e pesquisadora Ruth Klüger faria 90 anos no dia 30 de outubro. Falecida em outubro de 2020, ganhou vários prêmios por seu trabalho como crítica e pesquisadora de literatura. 

Em sua obra ensaística, por exemplo, Klüger se debruça sobre as possibilidades e limites da literatura para tratar de assuntos como o holocausto e a memória de um modo mais geral; sobre a relação entre literatura e realidade; sobre a mulher na literatura, seja como autora seja como personagem; e sobre clássicos da literatura mundial. O livro de sua autoria que mais recebeu atenção e reconhecimento internacional foi a coleção de ensaios Frauen lesen anders, de 1996. 

Klüger nasceu em 1931 em Viena. Aos 11 anos, foi deportada com sua mãe para o campo de concentração Theresienstadt. Em 1945, logo antes do fim da guerra, conseguiu fugir do campo de concentração e foi morar com a mãe na Baviera, então ocupada pelos americanos. Essa experiência foi narrada na sua autobiografia, Weiter leben, publicada em 1992 – publicada no Brasil com o título de Paisagens da memória: Autobiografia de uma sobrevivente do Holocausto (trad. Irene Aron, Editora 34, 2005).

Em 1947, Klüger emigrou com sua mãe para os EUA, onde estudou biblioteconomia e germanística. Foi professora da Universidade de Princeton, da Universidade da Califórnia e professora convidada da Universidade Georg-August, em Göttingen. 

O Centro Austríaco possui quatro livros da autora em sua coleção: Frauen lesen anders, Weiter leben, Gelesene Wirklichkeit e Freuds Ödipus im androgynen Rosenkavalier

Escrita acadêmica em alemão – por onde começar?

“Depois que a centelha de Prometeu é acesa, o impulso começa. A cabeça fica zunindo e não se consegue fazer mais nada até que até que se consiga destilar as grandes ideias existentes no cérebro e transformá-las em palavras perfeitas em um uma folha de papel em branco. Tudo leva a isso, todo o pensamento é direcionado a isso até que a primeira frase é escrita, lida, apagada, reescrita, apagada de novo, começada de novo. Ficamos insatisfeitos, pensamos que poderíamos ajeitar o apartamento, apagamos as primeiras frases tão suadas, até nos levantarmos e procurarmos o aspirador de pó”, escreve Iris Gassenbauer em seu texto “Processos de escrita – da conversação ao texto”. Acho quase impossível não se identificar com suas palavras quando se trata, sobretudo, de começar a escrita de trabalhos acadêmicos para a universidade.

Mas por que o ser humano escreve, afinal?, podemos nos perguntar. “As pessoas escrevem porque querem contar uma história e porque querem testar a língua, aliená-la e torná-la própria”. Também é assim nos trabalhos acadêmicos: precisamos nos alinhar a um novo tipo de linguagem, a princípio alienante, porém, aprendemos a nos apropriar dela ao longo do trabalho e por fim podemos exclamar que a tornamos nossa. Mas como atingir esse objetivo? E mais ainda se tiver que escrever o trabalho em uma língua estrangeira, como o alemão …

É para isso que pensamos o nosso próximo Workshop: “Tipps für das Wissenschaftliche Schreiben: eine Einführung”. Partindo do princípio de que cada um tem uma relação diferente com os processos de escrita, iniciamos nosso percurso rumo a uma análise das fases de produção de um texto até atingirmos nosso objetivo. Durante o Workshop, você poderá refletir sobre sua competência escrita e conhecer as fases e estratégias para poder iniciar seu trabalho escrito com mais ferramentas e mais segurança. Embora não exista uma receita simples que pode ser aplicada por todos, vamos oferecer vários percursos de aprendizagem que possibilitam que cada um encontre seu caminho dentro da escrita acadêmica em alemão.

Veja mais informações e clique aqui para se inscrever (evento gratuito e online). Podem participar pessoas com qualquer nível de conhecimento em alemão.

Cristina Rettenberger é a primeira professora-leitora do Áustria no Brasil. Tem mestrado em alemão como língua estrangeira e segunda língua pela Universidade de Viena. Já lecionou na Austria, Equador, Vietnã, Portugal e, agora, no Brasil.

Elfriede Jelinek comemora aniversário de 75 anos

Chamada de representante da “literata raivosa” da Áustria, como foi chamada numa publicação da Deutsche Welle, Elfriede Jelinek comemora hoje, 20 de outubro, seu aniversário de 75 anos.  

Um dos nomes de peso da literatura contemporânea, ganhadora do Prêmio Nobel de 2004, Elfriede Jelinek vive isolada e distante do mundo agitado dos eventos literários. Mesmo assim, é capaz de causar mais polêmicas e discussões acaloradas que muitos escritores e dramaturgos bem mais presentes nas mídias e redes sociais. Conhecida por sua voz crítica e por tocar de modo inusitado em temas como sexualidade, violência, facismo e consumismo, se posiciona por meio de ensaios, artigos, romances e, sobretudo, textos teatrais, a maioria deles acessíveis em seu próprio site (elfriedejelinek.com). 

Com seu último texto teatral, “Lärm. Blindes Sehen. Blinde Sehen!” [Barulho. Ver cego. Cegos vêem!], já encenado em diversos palcos europeus, ela reagiu rapidamente à pandemia, dialogando ao mesmo tempo com mitos da Antiguidade e a tecnologia moderna de comunicação. 

No Centro Austríaco, estamos trabalhando na tradução de alguns textos da escritora. Confira aqui um dos primeiros resultados. 

Além disso, disponibilizamos também o curso “Não quero teatro! O teatro de Peter Handke e Elfriede Jelinek no contexto da dramaturgia pós-dramática”, organizado pelo Centro Austríaco e ministrado por Artur Kon, na íntegra no YouTube. 

Companhia das Letras publica “Mestres Antigos”, último livro de Thomas Bernhard, no Brasil

A editora Companhia das Letras acaba de publicar no Brasil o livro “Mestres Antigos“, do escritor austríaco Thomas Bernhard, com tradução de Sergio Tellaroli. Publicado originalmente em 1985, foi o último romance escrito por Thomas Bernhard (Extinção, publicado apenas em 1986, já tinha sido escrito nos anos anteriores). É um romance ambientado no famoso Museu da História de Arte de Viena, lugar em que o narrador Atzbacher observa seu velho amigo Reger, um sarcástico crítico da arte que costuma frequentar o museu a cada dois dias para mergulhar na observação de um quadro de Tintoretto e refletir sobre temas como o sentido da vida ou a limpeza dos banheiros públicas da Áustria. Escrito no estilo monológico, vertiginoso, mal-humorado e muitas vezes hilário de Bernhard, o livro é um dos mais brilhantes do autor. As passagens referentes à falecida esposa de Reger podem ser lidas como uma homenagem à pessoa mais importante na vida do próprio Bernhard, seu “ser vital”, Hedwig Stavianicek, amiga que o acompanhou por boa parte de sua vida e que havia falecido em 1984.

Confira também os títulos sobre Thomas Bernhard que já foram publicados pela Editora UFPR: Artista do Exagero: a literatura de Thomas Bernhard e Thomas Bernhard e seus seres vitais; assim como a peça O Presidente. O lançamento de Uma festa para Boris, também pela Editora UFPR, está previsto para 2022.

ABEG prorroga o prazo de inscrição de comunicações

O 4º Congresso da Associação de Estudos Germanísticos prorroga o prazo de inscrição de comunicações para o dia 24 de outubro. O evento acontece entre os dias 24 e 26 de novembro de 2021 em formato online. Clique aqui para ver as propostas de seções e aqui para acessar os resumos.

Também convidamos todas e todos a conhecer a seção DACH(L): a diversidade linguística e cultural dos países de língua alemã na teoria e em sala de aula, organizada por Ruth Bohunovsky (UFPR), coordenadora do Centro Austríaco, e Anisha Vetter (UNICAMP). Confira a descrição:

DACH(L): a diversidade linguística e cultural dos países de língua alemã na teoria e em sala de aula
Criado nos anos 1990 para substituir as “ABCD-Thesen”, o conceito “DACH(L)” – acrônimo que representa os três países de língua alemã Alemanha (D), Áustria (A) e Suíça (CH), assim como a pequena Liechtenstein – continua presente e relevante na área de ensino/aprendizagem de alemão como segunda língua/língua estrangeira. A coletânea Weitergedacht – Das DACH-Prinzip in der Praxis (Shafer, Middeke, Hägi-Mead, Schweiger 2020) – que, aliás, foi publicada integral e gratuitamente na internet – mostra a atual diversidade de abordagens teóricas e práticas relativas à questão de como, porque e em que medida abordar em sala de aula assuntos ligados à diversidade cultural e linguística dos países de língua alemã. Hoje, há unanimidade de que as três variações nacionais do idioma alemão, o alemão, o austríaco e o suíço, são igualmente corretas e que temas e discursos relacionados com todos os países e regiões de língua alemã devem ser integrados no ensino, em livros didáticos e em provas oficiais. Partindo dessas premissas, esta sessão tem como objetivo refletir como o conceito DACH(L) pode e deve fazer parte do ensino de alemão como LE no Brasil, um país muito distante dos países de língua alemã e onde a maioria dos aprendizes se encontra em níveis iniciais. Convidamos a participar da nossa sessão todas e todos interessadas/os em questões como: a diversidade linguística do alemão, isto é, as três variações nacionais consideradas Standarddeutsch, pode e/ou deve ser levada em consideração no ensino da língua no Brasil? Em que momento, em que medida e com que material didático esse tema deve ser abordado? Como podemos tratar de assuntos culturais relacionados aos diversos países e regiões de língua alemã, sem lançar mão de estereótipos turísticos e/ou culturais? Como podemos entender o conceito de “cultura” no intuito de estabelecer um diálogo entre a teoria e a prática? Quais as abordagens teóricas e didáticas mais úteis, mais atuais ou mais relevantes para nos ajudar a estabelecer esse diálogo de uma maneira viável para os docentes e benéfica para os aprendizes?

Anisha Vetter (UNICAMP)
Ruth Bohunovsky (UFPR)

Em caso de dúvidas, escrever para ruth.bohunovsky@gmail.com. As propostas de comunicações podem ser enviadas para o mesmo endereço.